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sábado, 11 de fevereiro de 2012

MAIS UM PRESO POLÍTICO NO ESPIRITO SANTO!

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2012/02/noticias/a_gazeta/dia_a_dia/1117135-sindicato-vai-cobrar-prejuizo-de-estudantes.html

Jovem detido é transferido para Viana

O estudante Haimon Verly, de 23 anos, detido durante o protesto de estudantes, foi transferido ontem para o Centro de Triagem de Viana. A informação é da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus).

O coordenador de direitos humanos da Defensoria Pública, Bruno Pereira Nascimento, que está acompanhando o caso, afirmou que o fato de Haimon permanecer preso não estaria relacionado ao que aconteceu durante as manifestações.

Na verdade, o estudante permanece preso por uma ocorrência anterior, que o defensor público ainda não conseguiu confirmar qual é.

Durante o protesto, os policiais teriam encontrado na bolsa de Haimon material com potencial para provocar incêndio. “Os especialistas que analisaram os artefatos comprovaram que se tratava de material incendiário”, disse o delegado João Calmon, que estava de  plantão quinta.

Além do porte do  material, o jovem pode responder por desacato e resistência à prisão. Os outros dois jovens que foram detidos na quinta-feira foram liberados no mesmo dia.
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 QUE 'ESPECIALISTAS', SEU DELEGADO? BRINCADEIRA TEM HORA. QUAL O CRIME QUE AS AUTORIDADES INVENTARAM AGORA, NO ESTADO QUE É CRIME AVISAR QUE TEM BLITZ DE TRÂNSITO, CANTAR FUNK, ETC?

MAGNO MALTA FOI PRESO EM FLAGRANTE POR PROVOCAR INCENDIO QUANDO FECHOU A RODOVIA MOVIDO PELO LUCRO?

O QUE FAZ O PREFEITO JORGE DONATI, ACUSADO FORMALMENTE DE TRÊS HOMICIDIOS, NO QUARTEL DA PM?

HIPOCRISIA TEM LIMITE!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Facção Central- Aonde O Filho Chora E a Mãe Nao Vê

“Pela primeira vez um negro capixaba chega ao Tribunal”

http://www.tj.es.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2617:pela-primeira-vez-um-negro-capixaba-chega-ao-tribunal&catid=3:ultimasnoticias
 

Igualdade. Essa foi a palavra que norteou o discurso de posse do desembargador Willian Silva, primeiro negro a assumir um vaga na Corte do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES). “ Sou negro, da pele preta com orgulho”, pontuou.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Juíza da Infância e Juventude reclama pressões e omissão do poder público (Da série "Existem Juízes no Espirito Santo")

http://eshoje.jor.br/juiza-da-infancia-e-juventude-reclama-pressoes-e-omissao-do-poder-publico.html



Andreia Foeger (afoeger@eshoje.com.br)
justica  patricia neves 493867 4e2304cbdb9cf Juíza da Infância e Juventude reclama pressões e omissão do poder público
Há 21 anos na magistratura e há 16 à frente da Vara da Infância e Juventude de Vila Velha, a juíza Patrícia Neves declarou nesta quarta-feira (08), que está decepcionada com o poder público. Em entrevista a ES HOJE, ela afirmou sentir-se pressionada por assessores jurídicos, que atuam na representação de órgãos públicos em casos de processos, a rever posicionamentos acerca de decisões proferidas. Segundo a juíza, ela estaria perdendo sua independência.

“Eu estou cansada da omissão do poder público. A independência do juiz é uma das coisas que mantém o Estado de direito. Nem na ditadura houve a interferência na independência do juiz. Então, quando uma pessoa chega para mim, e diz que devo rever a minha posição porque a assessoria jurídica pensa diferente, eu estou tomando com isso como uma invasão à minha jurisdição. Eu estou sendo pressionada a pensar diferente, e ninguém pode fazer isso”, declarou.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Agentes denunciam agentes e zeram o torturômetro de novo


Agora, a demanda não está vindo apenas de advogados ou parentes de presos, mas as denúncias de torturas no sistema prisional do Espírito Santo começaram a ser feitas por agentes, aparentemente, que não concordam com algumas práticas de seus colegas contra os presos. Foi assim que o torturômetro, indicador criado pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo, zerou de novo nesta terça-feira (7), depois de 11 dias.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

JUDICIÁRIO SEGUE LAVANDO AS MãOS EM RELAÇãO AOS PRESIDIOS


 

“Não compete ao judiciário apreciar a mera necessidade ou não da construção de determinada obra, mas sim fiscalizar o cumprimento dos preceitos constitucionais e infraconstitucionais.”